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Mitos da Carne

Escolher e comprar uma carne faz parte da rotina de toda família, seja para o dia-a-dia ou para um churrasco do fim de semana. E quais são os critérios que você utiliza para fazer essa escolha? Assim, para ajudar você a ter um melhor custo benefício e degustar uma carne saborosa e macia, selecionamos alguns mitos para serem esclarecidos:

Raça:
A raça é um dos principais determinantes na qualidade da carne. No Brasil utiliza-se um grande número de raças para produção de carne, o que explica a grande variação que encontramos nas prateleiras de açougues e supermercados. A raça Angus é reconhecida internacionalmente por sua maciez, suculência e sabor incomparável, resultantes da marmorização (gordura entremeada nas fibras), que caracteriza e diferencia esta carne das demais raças, popularmente conhecidas, como a Nelore. Outra vantagem da raça Angus é a precocidade dos animais, atingindo o peso e acabamento desejáveis quando ainda jovens. A alimentação do animal é também um fator importante na qualidade da carne, onde uma dieta com alto nível energético confere carcaças com melhor grau de acabamento.

Macho ou Fêmea:
Muitos acreditam que a carne de macho é de qualidade superior a carne de fêmea, que normalmente são descarte. Este mito está totalmente ultrapassado. Através de muitas pesquisas foi comprovado que machos, devido a testosterona apresentam maior atividade da enzima calpastatina, que inibe a enzima calpaína, uma das principais responsáveis pelo amaciamento da carne, ou seja, machos inteiros apresentam carne mais dura. Outro fator é o acabamento, onde fêmeas depositam mais precocemente gordura, quando comparadas aos machos inteiros ou castrados.

Dianteiro ou Traseiro:
Popularmente, os cortes de dianteiro são conhecidos como de pior qualidade, mais duros, chamados de “carne de segunda”, e os cortes do traseiro mais macios, porém, essa regra não se aplica a todas as raças e padrões de animais. No caso da raça Angus por apresentar um elevado grau de marmorização e acabamento, todos os cortes são macios.

Congelada ou Resfriada:
Muitas pessoas preferem comprar carne resfriada, achando que carne congelada não é “fresca”. Isso não é verdade, pois quando a carne é congelada no período ideal, são preservadas todas as suas propriedades, sem contar a maior segurança alimentar que o consumidor tem, uma vez que a vida de prateleira é maior para carne congelada do que resfriada, pois o congelamento inibe o desenvolvimento bacteriano.

Modo Ideal de Preparo:
Indicamos retirar a carne do congelador e colocá-la na parte inferior da geladeira por 24 horas antes do preparo. O ideal é não deixar a carne sangrar. Indicamos consumí-la ao ponto, isto é, grelhada por fora e rosada por dentro, evitando a perda de líquido, a fim de manter a suculência.

Escrito por: Mariana R. F. Lopes - Gerente de Qualidade